quinta-feira, 26 de julho de 2012

Até quando

O que está acontecendo com o ser humano? Quantos desafios serão necessários para que haja a conscientização de que nada acontece sem que o Plano Espiritual observe atentamente. A afronta realizada pelo homem, nada mais é do que um escarnio aberto em si mesmo, de forma flagela e impura, que corrompe o maior princípio que é de estar no caminho do bem. Até quando as corrupções serão impunes pela justiça terrestre, até quando a imaturidade do ser, será plena ao contrário de ser infantil, pois, surrupiar um doce é bem menos doloso, mesmo que ainda seja um ato desaconselhável. Até onde irá a soberba de que a exploração humana pode ser feita, pois, pensam que existe um desamparo, e pode existir apenas do homem, apenas. Em tempos longínquos não existia lei, apenas um dilacerar de entranhas executadas em praças com festas e banquetes, mesmo com a barbárie em clamor vivo, era de se esperar, pois o homem, ainda carecia de esclarecimento, hoje não, existem possibilidades de conhecimentos que não havia, e a tolerância é ínfima, porque jazem em si mesmo os valores do homem e suas crenças. Sorriem em dentes amarelos e doentes, que levam para dentro da matéria as impurezas da boca que rogam e replicam a desgraça dos impossibilitados e excluídos. Aglomeram-se em esquinas repletas de sanguessugas espirituais, drogam-se constantemente, mesmo que sem motivo, e rogam suas desgraças em palavras descompensadas e infames, é chegada a hora do esclarecimento, do conhecimento próprio, não há mais tempo a perder, regozija-te da maravilha que é a misericórdia divina, apoia-te na crença de algo maior, não deixe que desfrutem do seu corpo como um objeto, não deixe que as drogas sejam seus guias em tua jornada. Tenha coragem de viver, plena e virtuosamente, com respeito e com amor. Es a criação de um pintor, de um escultor divino, e renegas a posição que recebestes, porque ainda não te encontras preparado, porém a larva do vulcão da alma dilacera as tuas verdades e ouço teu choro, baixo e carente de abraço, e mesmo que em mim não crês, me faço presente em tua amargura, te abraço e te recolho e ainda sim me renegas, tens o orgulho de um povo e a humildade de um servo, traiçoeira e vingativa, nada mais resta a fazer, mas, mesmo assim ainda te esperarei, se pronto estiveres e se buscas a glória na tua passagem estarei te guiando no momento certo e se preciso for.

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